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Afogamento
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De acordo com especialistas, essa pode ser uma das formas mais angustiantes de morrer. Isto porque a vítima entra em pânico quando não é capaz de respirar. Na tentativa de buscar fôlego, as pessoas costumam lutar desesperadamente contra a água e ficam impedidas de gritar por socorro.

Quando a pessoa afunda, ela tenta manter o ar preso o máximo possível, o que não passa de 30 a 90 segundos. Depois, quando ela não aguenta mais, começa a respirar água, que vai entrando pelas vias aéreas.

Quem sobreviveu a incidentes como estes conta que no primeiro momento a sensação é de que a água queima e rasga tudo por dentro, à medida que enche os pulmões. Em seguida, tudo se acalma. Para os especialistas, essa é a fase mais perigosa, quando o sangue pára de oxigenar o cérebro e ocorre a paragem cardíaca.

Ataque cardíaco
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Apesar de parecerem uma forma mais natural de deixar esta vida, os ataques cardíacos não são nada interessantes, até porque eles costumam ser muito dolorosos. Mas, enquanto alguns costumam ser fulminantes, a maioria dos casos apresentam sintomas com até 6 horas de antecedência, que são frequentemente ignorados pelas vítimas. Isso acontece muito com as mulheres, que acabam por atribuir as dores ao cansaço, indigestão ou cólicas.

Para que não cometas este erro, os sintomas de um ataque incluem dor no peito, que pode vir como pressão ou aperto. A dor pode ser tão aguda que corre ao longo da mandíbula, garganta, costas e braços.

Hemorragia
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Por incrível que pareça, sangrar até a morte pode não ser tão horrível quanto parece, dependendo de como se desenvolve a situação, claro. Especialistas explicam que se uma pessoa corta a aorta num acidente, vai morrer em segundos. No entanto, se for atingida uma artéria ou veia menor, o processo pode demorar horas e a pessoa fica exposta às diferentes fases de um choque hemorrágico.

Se for um adulto, por exemplo, a vítima contará com cerca de 5 litros de sangue. Caso ocorra uma perda de 750 mililitros, os sintomas podem ser leves. Se, no entanto, a perda for de 1,5 litros, a pessoa vai se sentir fraca, sedenta, ansiosa e começa a respirar rapidamente. Após os 2 litros, a sensação passa para confusão, tonturas e eventualmente inconsciência.

Sobre a dor, claro, depende do tamanho do acidente que levou a vítima ao sangramento. Uma única ferida que penetra a artéria femoral na perna será menos dolorosa do que múltiplas fracturas causadas por um acidente no trânsito, por exemplo.

Fogo
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Sem sombra de dúvidas, as queimaduras são uma das formas mais dolorosas de morrer. Imediatamente o calor e o fumo queimam as sobrancelhas e os cabelos, passando para a garganta e as vias respiratórias.

Quando chega à pele, o fogo produz uma intensa resposta em todo o sistema nervoso (ou seja, muita dor) que é ainda agravada pela inflamação do tecido. À medida que a pele se vai danificando, vai perdendo sensibilidade, mas não deixa de ser uma experiência excruciante.

Mas, ironicamente, num incêndio o maior risco não são as chamas, e sim os gases tóxicos. Um estudo norueguês, de 1996, constatou que de 286 vítimas mortais de incêndios, 75% morreram de envenenamento por monóxido de carbono.

Assim, dependendo da concentração, isso pode levar à dor de cabeça, tonturas e, logo de seguida, à perda de consciência em poucos minutos. Além disso, estimativas apontam que 40% das vítimas fatais de fogo perdem os seus sentidos antes que consigam acordar do “sonho”.

Decapitação
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Não que alguém tenha voltado para relatar, mas especialistas apontam a decapitação como uma das mortes mais rápidas e indolores. Claro, se for executada de maneira “correta”, ou seja, certeira.

Apesar dos pesares, dizem que, mesmo utilizando uma guilhotina, sempre restaram alguns segundos de consciência após o corte da coluna vertebral. Num estudo realizado em ratos, em 1991, descobriu-se que o cérebro levou 2,7 segundos para terminar de consumir o seu fornecimento de oxigénio. Em proporção, esse lapso de tempo com relação aos seres humanos pode levar cerca de 7 segundos até a perda consciência.

Eletrocussão
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No caso de acidentes que ocorrem em casa, a morte pode acontecer por paragem cardíaca resultante da descarga eléctrica. Aliás a arritmia pode provocar, logo de caras, inconsciência em 10 segundos.

Com relação ao circuito de alta tensão, no entanto, a inconsciência é instantânea. É assim, por exemplo, com prisioneiros condenados à cadeira elétrica, cujo coração pára na hora, assim como o cérebro.

Mas há controvérsias sobre esse métodos. Isto porque, em muitos casos, os presos tiveram de ser submetidos a choques múltiplos.

Enforcamento
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Quem entende do assunto garante que a morte por enforcamento normalmente ocorre assim que a pressão ao redor do pescoço corta o fornecimento de sangue para o cérebro, causando perda de consciência, processo que leva cerca de 10 segundos.

No entanto, a forca está longe de ser uma maneira pacífica de deixar este mundo. Há riscos de que o peso corporal faça a corda partir o pescoço entre a primeira e a segunda vértebras. Na pior das hipóteses, um nó feito de forma errada provocará uma morte lenta e dolorosa, prolongando o sofrimento por até 15 minutos.

A injecção letal
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Concebida em 1977 como uma alternativa humanitária à cadeira eléctrica, a injecção letal é um método de execução nos Estados Unidos que consiste em três drogas: pentotal, um anestésico; seguido por uma dose de pancurónio, um paralisante do sistema respiratório; e finalmente, cloreto de potássio, que pára o coração quase instantaneamente.

A intenção era de que esse procedimento fornecesse uma morte rápida e pacífica, mas vários relatos de testemunhas mostram que, em muitos casos, os réus sofreram convulsões ou tentaram levantar-se quando receberam as últimas drogas. Segundo especialistas, isso pode acontecer devido à inadequação das doses, segundo o peso corporal dos prisioneiros. Cientistas garantem que pessoas nesta situação experimentam uma sensação de sufocamento após a paralisia dos pulmões e dor semelhante a uma queimadura, resultante do cloreto de potássio.

Descompressão
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Essa é uma forma de morrer que afecta os mergulhadores, pilotos ou astronautas. Por meio deste processo, a morte ocorre quando a pressão do ar que nos rodeia desce repentinamente: os pulmões expandem-se e rasgam os tecidos delicados, que permitem o intercâmbio de gases.

Se a vítima não expira ou tenta manter o fôlego antes da descompressão, os danos podem ser ainda maiores. O oxigénio começa a faltar do sangue e dos pulmões, enquanto o corpo começa a inchar devido à evaporação da água nos tecidos. Finalmente, as bolhas de vapor de água inundam a corrente sanguínea, impedindo que o sangue circule. Daí para frente, não resta nem mais um minuto completo de vida, quando o sistema circulatório para.

Sobreviventes vítimas de descompressão, que incluem pilotos e um técnico da NASA, cujo fato se despressurizou dentro de uma câmara de vácuo, indicam que primeiro sente-se uma dor no peito, como se tivessem sido espancados. Em seguida, percebem que o ar se escapa dos pulmões e que são incapazes de voltar a inspirar.

Experiências apontam que a morte por descompressão acontece, normalmente, depois de 15 segundos, quando as pessoas perdem a consciência. Mas se a vítima for novamente pressurizada, em menos de 90 segundos, tem uma boa chance de sobreviver sem danos permanentes.

Fonte: Fatos Desconhecidos

Decides ir a casa do teu amigo mandar uma joga de FIFA e descobres que a mãe do teu amigo é PODRE DE BOA. O que acontece?

O vídeo está em inglês, mas dá para entender bem a história. E, sejamos honestos, mesmo que não desse, deves estar pouco preocupado com a história, só queres saber da MILF TESUDA!

1. A média de idade das pessoas que tiram selfies é 23,7 anos.

2. 48% das selfies partilhadas nas redes sociais estão no Facebook

3. A cidade com mais selfies no Instagram é Makati, nas Filipinas

4. A segunda cidade com mais selfies no Instagram é Nova York

5. A mensagem mais retwittada da história é a selfie dos Oscars

6. Mais de 1 milhão de selfies são tiradas todos os dias

7. A primeira selfie da história foi tirada em 1839 por Robert Cornelius

8. O termo “selfie” foi visto pela primeira vez num fórum da internet

9. O termo “selfie” já consta no dicionário de Oxford

10. A Nasa criou uma “selfie global”, reunindo mais de 50 mil selfies ao redor do mundo.

11. Uma pessoa que tire muitas selfies poderá ter falta de sexo, de acordo com um estudo da Wageningen University

Fonte: The Guardian

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